sexta-feira, julho 29, 2005

Serviço de notificação personalizada

É o seguinte, decidimos estrear o nosso e-mail do blog com a seguinte proposta:

- Caso deseje ser notificado de quando há um novo post por e-mail, envie-nos um e-mail em branco para ospatifes@gmail.com e assim que houver um novo post, será informado de imediato;
- Para "desactivar" essa informação, envie-nos um e-mail em branco com o titulo "Remover" para o mesmo endereço ( ospatifes@gmail.com );
- Quando lhe enviarmos o e-mail de notificação de novo post, o seu e-mail será mantido confidencial e nunca revelado a terceiros.

O e-mail também permite que nos envie as suas sugestões, criticas ou apenas uma palavra de apreço.

Até mais ver

GLP

sábado, julho 23, 2005

(In)Satisfação Portuguesa

Bem-haja, embora a minha criatividade ande por baixo, estou a escrever pois sou uma pessoa que gosta de cumprir o prometido. Tudo para fazer os nossos dois leitores felizes, mesmo que para isso me tenha que humilhar. Também é verdade que não há melhor local para divagar do que numa sanita sem papel higiénico por perto. É uma situação um bocado complicada mas, é de notar que é das altura em que mais colocamos em prática a nossa capacidade de reflexão, somos mesmo capazes de atingir o nosso estado mais lúcido (ou talvez não). De qualquer das formas, apercebi-me de algo curioso no povo Português. Enquanto que a maior parte dos estrangeiros aproveitam as suas férias para descansar, ir à praia… O Português é bastante mais difícil de satisfazer por isso, opta antes pelas ultrapassagens em curvas apertadas e sem visibilidade, pelo desrespeito de linhas contínuas e até condução sobe efeito de álcool, tendo sempre em atenção que o objectivo é cometer o maior número de infracções ao código da estrada e, se possível, causar algumas mortes e feridos graves.

Aí está, é Portugal.

Até mais ver.

RPR.

sexta-feira, julho 22, 2005

“Fazias melhor em comer cocó” II

Saudações, respeitados leitores, quero desde já apresentar as minhas mais sinceras desculpas pelo meu tempo de ausência assim como pela nossa ligeira irregularidade na colocação de posts, prometemos, desde já, tentar fazer algo quanto a isso.
Apesar de tudo, fico contente por saber que temos leitores que nos seguem cegamente, sempre a espera de um novo post, para assim, os seus corações se encherem de felicidade por terem em mãos uma nova oportunidade de tentar fazer uma critica com o mínimo de coerência. De qualquer das formas, o que conta é o esforço por isso, sinto-me lisonjeado em atribuir o tão famoso prémio “Fazias melhor em comer cocó”, ao nosso maior seguidor, gostamos até de olhar para ele como nosso discípulo que, embora não tenha assinado o seu sublime comentário, pelas suas linhas conseguimos perceber que se trata de alguém bastante sábio. Para além do mais, temos ainda a agradecer o trabalho que nos poupou ao contar o total de linhas que já foram escritas neste blog, como vêem, para além de sábio ainda é prestável. Um muito obrigado para ti e, prometemos tentar arranjar melhores desculpas quando houver falta de posts.

Para finalizar, fica a informação de que o prémio “Fazias melhor em comer cocó”, é atribuído em cada 10 posts por isso, fiquem atentos.

É ainda de sublinhar, que, para quem tiver interessado em saber o numero de linhas escritas neste blog, encontra-se um comentário no post "15º Post! É a loucura." que tem toda essa informação divididinha por meses.

Obrigado.

Até mais ver.

RPR.

quinta-feira, julho 21, 2005

15º Post! É a loucura.

É verdade, como não tinha nada para fazer, decidi dar-me ao trabalho de contar quantos posts já tínhamos colocado. E algo chocou-me.
Enquanto que eu pensava que já íamos nos 40 e tal, dei por mim a chegar ao 14º e a não ver mais nada para contar.
Passou-me pela cabeça dividir alguns dos posts em várias partes para dar a ideia de que somos uns génios criativos e de que vivemos para este blog.
Mas decidi agarrar-me somente à verdade. Nós não vivemos para este blog.
Vivemos para quem lê este blog.
E não somos nenhuns génios criativos, somos patifes.
Então, se me der ao trabalho de contar as linhas, talvez fique mais animado e aí sim, terei razões suficientes para correr nu pela casa aos gritos sem que a minha mãe me mande para a cama (Sim, eu ainda tenho horas para ir para a cama. Não, é mentira.).
Ou, quem sabe, se não terei razões suficientes para passar a noite no Marquês. São todos assuntos que devem estar em cima da mesa para uma discussão acesa e com um desfecho importantíssimo. Darei notícias!

Para finalizar, só quero agradecer às 461 (senão mais) pessoas que já marcaram presença neste blog, principalmente às 20 que o leram.

Obrigado!

Até mais ver

GLP

domingo, julho 10, 2005

Estudar, necessidade moral ou causa principal da queda capilar?

Respeitado leitor (Antes de mais note-se que finalmente caí na realidade e decidi encará-la com o maior orgulho possível e revelar que sim, só existe um leitor. Estava a pensar meter “querida mãe” mas manter o enigma de quem será esse leitor esconde o facto de existir alguém bastante piedoso entre nós e quem sabe, senão, um tema para outro post.)

Este tempo sem posts deve-se ao facto de ter andado a estudar para os exames. Cheguei então a uma conclusão que decerto te agradará, mãe [Ou se calhar não e o único ponto positivo é a poupança do champô (em bom português, se faz favor)].

Enquanto estudava, virado para a televisão e com o livro de pernas para o ar, até a exaustão, reparei que me caíam alguns cabelos em cima do livro. Em primeiro lugar ainda tentei concentrar-me de que os cabelos eram de algum vizinho de cima que miraculosamente tinham atravessado o teto. Mas só me estava a enganar e sabendo que mentir é feio, pelo menos que poupe essas atrocidades para usá-las com outras pessoas e não comigo.
Surgiu então a questão “Como terá isto acontecido? Estarei assim tão velho?”. Mas, mãe, eu só tenho 17 anos e já me caiu cabelo suficiente.Decidi fazer uma experiência que consistia em tocar no cabelo enquanto olhava para o livro e tentar perceber se o cabelo vibrava ou não.
Aconteceu…
Assim que toquei no cabelo, alguns fios de cabelo ataram-se ao meu dedo, como que fazendo uma corda de enforcamento e outro grupo de fios de cabelo (Provavelmente do gang rival de cabelos mais claros) rapidamente meteu a cabeça entre o laço e soltaram-se do pedaço de céu que os sustentava (Sim, eu gosto de chamar “pedaço de céu” à minha cabeça. Faz-me relembrar de que sou hetero nos segundos seguintes.), ficando presos à minha mão.
Assim concluí que algo não estava certo com o estudo. Quanto mais estudava, mais cabelo caía. “Que fazer?”, pensei eu.
E assim que começou o Preço Certo em Euros soube exactamente o que fazer…

Mudar de canal.

Como toda a gente deve calcular (Sim, voltamos a tentar fazer crer de que temos muitos leitores, na esperança de atrair mais uns quantos e fazer um pagode.) esta história não pega nem de perto, nem de longe.
Logo, caros amigos, se querem saber porque é que os cabelos me caíram enquanto estudava (E não foram tantos quanto isso, convém frisar, caso contrário as ‘chicas ficam desiludidas.), estudem também, acabem o curso e quando souberem alguma coisa, sabem bem onde me encontrar. (Na sala a ver televisão, com um livro de pernas para o ar.)

Até mais ver

GLP